29 de setembro de 2016

Oeiras esta bela localidade

Para quem conhece Oeiras, reconhece imediatamente este local. 
O meu filho adora-o desde sempre, e muito mais agora que descobriu que está cheiinho de pokemons e pokecoisas (não me peçam explicações sobre o tema). Eu, pessoalmente não me canso de andar por lá à deriva, ao final do dia. O Parque dos Poetas é um dos meus sítios favoritos desta Vila onde assentei arraiais. Pena que a partir de Outubro feche ás 18h. Fica só para o fim-de semana. 


24 de setembro de 2016

Sol a nascer em Paço de Arcos

Sem tripé, é sempre difícil manter o foco e consequentemente a definição. Valeu a pena pelo ar fresco na cara, pelo silencio que nos rodeia, pelos cheiros da manhã, e claro, pela luz maravilhosa. Percebi, que mesmo ao fim-de-semana, quando o sol nasce, já meio mundo está acordado. 
E que bem que sabe comer bolinhos e pão fresco logo pela manhã, comprados numa padaria de rua, onde os clientes são tratados pelo nome!( Pena que não seja a minha rua...)


22 de setembro de 2016

Doce Setembro onde vais tu...


Depois de um mês inteiro de férias quase fora da rede, dividido entre Sul, Centro e Norte onde as palavras de ordem foram, respirar, desligar, desdramatizar, Setembro chega como um tsunami. Apesar de ser um dos meus meses favoritos, este ano não o consegui saborear devidamente. Tem-se-me escorrido vertiginosamente por entre os dedos.
O regresso ás rotinas nem sempre é fácil, mas com a bateria carregada de sol, a saudade dos entes queridos apaziguada, e os afectos em dia, (quase) tudo se faz. Este ano, o mês voou. Passou do meio, chegou o Outono, e acho que nem o respirei devidamente. Tantos planos que não se cumpriram, tantos passeios por dar, tantos livros por ler.
Com o regresso ás aulas, e a minha cria no primeiro ano, a primeira semana foi uma maratona. O material, os livros, a secretária nova, toda uma lista de tarefas a executar passo a passo, para que nada falhasse. Agora é mesmo a sério! A cria, não cabe em si de felicidade. É crescido, está no piso da escola primária, e já diz que o rés-do-chão é para bebés.

17 de setembro de 2016

Eu mereço? Sim.


Já vos falei aqui o quanto quero tornar também um pouco minha, a filosofia de vida baseada na psicologia positiva.
Já vos confessei que sou filha de pai optimista e mãe pessimista, que sempre me achei uma realista, porque acreditava que algures no meio  estaria a virtude, porque para mim nenhum dos dois tinha razão.
Ainda acredito que ser realista é bom, mas algumas experiências recentes, mostraram-me que (ás vezes) ser só realista não chega. Afasta o intangível, tornando-o fruto da imaginação, e pode acabar por nos tirar a capacidade de acreditar no que não se pode provar, pondo em risco a capacidade de sonhar.
Voltando a este conceito do optimismo, quando esta característica não nos é intrínseca, custa a interiorizar. Não acontece com um estalar de dedos, só porque (ou quando) precisamos. Requer trabalho, disciplina e vontade de lá chegar.

5 de setembro de 2016

Reunir

Passou mais de um ano desde a ultima vez que nos reunimos todos naquele local. 
Conta-se menos um, o avô. Sente-se a falta. Apesar da nostalgia o ar esteve leve. Parece que a vida continua.
A par de alguns silêncios, ouviram-se muitas gargalhadas, quase todas do meu filho. Nós sorriamos, pois é impossível ficar indiferente a tanta alegria. As crianças tem este dom. Mudam-nos o estado de alma. Magia pura.
É possível que se esteja a iniciar um novo capítulo, ou não. Não importa, criam-se memórias de infância, estreitam-se laços, o mais importante.