27 de agosto de 2016

Quando o sol nasce...

... é para todos, mas é preciso levantar (muito) cedo para o registar.
Vale sempre a pena. Na minha opinião, não há luz mais bonita que a primeira da manhã.
Estas fotos são (quase) no mesmo local em dois dias distintos, pode ver-se a diferença. 
Basta mudar a atmosfera para que a luz seja filtrada de modo diferente. 
Quem me dera não ser tão dorminhoca, e aproveitar mais as primeiras horas da manhã para fotografar.
Mas não é só a preguiça que me inibe, também não me agrada nada, andar por aí sozinha de máquina fotográfica ás costas. 
Até à próxima oportunidade, ficam estas imagens, espero que gostem.


22 de agosto de 2016

Combinações

Falei-vos aqui, que adoro combinar peças soltas no que toca aos biquínis. Fica original, e quase sempre único. Esta minha mania, por vezes acaba por ser um valente desafio, pois nem sempre é possível na mesma estação, achar duas peças que considere o casamento perfeito. 
Uma vez que compro a maioria das peças nos saldos, acaba por compensar, e é (quase sempre) divertido.

Este ano a minha combinação perfeita, foi assim:



Apesar de serem ambas da oysho foram compradas em momentos e lojas diferentes. 
O top, comprado antes dos saldos, foi amor à primeira vista. 
Tenho consciência que franjas podem cansar rapidamente, mas não resisti, disse a mim mesma que se me fartar, corto-as!
A cueca, comprei nos saldos por uma ninharia quase dois meses depois. No total valeu a pena. 
Fica ou não fica original?

P.S: As flores (do paraíso), foram gentilmente cedidas pela M (6 anos) que as colheu para a mãe.


19 de agosto de 2016

Fotografar


Neste dia Mundial da Fotografia deixo-vos a uma amostra da minha ultima sequência fotográfica. 
Conchas fossilizadas nas rochas em forma de coração, apanhadores de polvos e um belíssimo pôr-do-sol.
Faltou o tripé. A preguiça é uma coisa muito má...



E já agora, alguém reconhece esta a praia espectacular?


13 de agosto de 2016

Imaginar o medo

Regresso a casa depois das férias a Sul, debaixo de 40 graus. 
Durante a viagem passamos por dois ou três carros parados à beira da autoestrada, provavelmente avariados. Já estive nessa situação e sei o que é esperar por um reboque na autoestrada do Sul (desesperante). Algumas pessoas preferiam esperar cá fora de colete vestido. Não consigo entender porquê (o carro pode estar quente, mas pelo menos tem sombra). Desejei-lhe sorte em pensamento. 
Já perto de Palmela, por volta das três da tarde, paramos numa estação de serviço da autoestrada. O ar está irrespirável, o choque que é receber aquele bafo quente na cara depois de sair do carro, obriga-me a suster a respiração. Pior do que imaginava. Parece que alguém se esqueceu de fechar a porta do inferno.